O SOPRO DE TODES
O SOPRO DE CADA UM

Somos uma equipa de 25 pessoas empenhadas em construir uma Igreja que reserve um lugar para todes. 

Conhece um pouco da história de cada um de nós e porque é que o Sopro foi uma escolha de serviço e de entrega. 

EQUIPA DE DIREÇÃO

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Raquel Luis 

Tenho 27 anos e estou no Sopro porque procuro a Páscoa. Desejo fazer parte de um movimento pelo fim do colonialismo dos corpos e da afectividade. Anseio por um mundo onde não haja afectos e identidades tomados como hegemónicos e o Amor seja vivido como uno, transcendente e sagrado, e, por isso, inominável e indomável. Se as relações amorosas são Deus em nós, ao serem maltratadas, Jesus não é reconhecido e a experiência da ressurreição é adiada. Sou herdeira de uma história de libertação e não de opressão. A Igreja que me fora prometida não é a morada do fariseu, mas as lágrimas, as mãos e os cabelos da mulher que descoseu as leis dos homens da sua pele e despistou a pedra.

Bárbara Gardete 

Tenho 46 anos, católica e professora. O SOPRO é símbolo de força, de pontes, de vontade e é por isso que aqui estou, para ajudar a construir uma "vontade" de integração da comunidade LGBT no seio da Igreja Católica.

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Maria Pires

Procuro, sabendo-me filha muito amada e parte da comunidade de baptizados que é a Igreja, ajudar a partir paredes e construir pontes, sem armas mas pelo sopro suave de quem se aproxima. Porque para além de mulher, gestora de 32 anos, quero ser também construtora de uma Igreja que seja espaço para todos.

EQUIPA DA PASTORAL

António José

Tenho 51 anos mas uma alma de um jovem de 20 anos. Sou cristão católico, apaixonado por Jesus Cristo, desde a minha infância, procuro, através da leitura orante do Evangelho, ser "sal da terra" e "luz no mundo". Empenhado na construção de uma Igreja que seja o reflexo do coração aberto de Cristo, manancial de amor, onde todos se sintam família aderi ao Sopro, com o desejo de ajudar todos aqueles que se possam sentir marginalizados. Como professor e com tantos anos de trabalho com adolescentes e jovens sinto e vivo as preocupações, sofrimentos e desejos das novas gerações. Nasci, estudei e vivo na mui nobre e sempre leal invicta cidade do Porto.

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António Pedro Monteiro, scj

Sou padre desde 2010 e estou convencido de que a experiência cristã se inscreve na verdade, na liberdade e no dom de si, inteiro. Dedico-me, desde 2014, a acompanhar grupos e pessoas estruturalmente homoafectivas e tenho sentido cada vez mais confirmada a necessidade de estar ao lado de quem carrega o peso da incompreensão, da condenação, do preconceito e da desconfiança. Sinto profunda alegria por contribuir para uma Igreja onde cada um pode ser quem é: original, inteiro, erguido, reconciliado com o seu caminho, verdadeira morada do Deus que vem para que todos tenham vida.

Padre António José Maria Pacheco Gonçalves 

Presbitero da diocese do Porto. Encontro-me há 40 anos empenhado na pastoral de pessoas LGBT+, inicialmente em Itália e desde 2015 em Portugal. 

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Margarida Bruto da Costa

Tenho 52 anos e sou psicóloga. Estou no SOPRO porque acredito que a minha humanidade está intrinsecamente ligada à humanidade do outro. Porque desejo conhecer e reconhecer o outro na sua diferença: acolher, escutar, apoiar, partilhar, fazer caminho com. Porque quero ajudar a construir, em comunidade, um lugar de pertença em que todos possam ser amados e acolhidos por inteiro.

João Manuel sj. 

Estou no SOPRO porque, enquanto padre, procuro ser fiel ao mandato de caminhar ao lado de todos aqueles que, por caminhos diversos, buscam a face de Deus. E porque sonho com uma igreja que é cada vez mais Mãe que acolhe, que integra e que abraça todos os seus filhos e filhas e é sinal da bondade e misericórdia de Deus para o mundo.

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Pedro Oliveira

Pedro, 34 anos, sou católico e gay. Nasci em Famalicão, estudei, trabalho e vivo no Porto. No Sopro, a minha fé e identidade sexual podem dialogar, na tentativa de encontrar novas respostas para o meu caminho pessoal e para a nossa vida em comunidade.

Pedro Rei

A função profética do baptismo professado exige que, em Igreja, assumamos a solenidade e o risco de ensaiar novas respostas diante das novas realidades da História da Humanidade, reconhecendo nestas o dinamismo criativo e criador da acção do Espírito no Mundo. A colaboração com este projecto resulta do compromisso de quem procura ser fiel às exigências do Evangelho de Jesus, à utopia de um Reino de fraternidade, tentando, de caminho, não ser infiel à história, à vida e à consciência dos homens e mulheres do nosso tempo, na sua complexidade e autenticidade, fermentados de graça e de mistério.

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EQUIPA DA COMUNICAÇÃO

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Maria Portela 

Sou mulher, católica, queer, bioengenheira e música. Estou no Sopro por aqueles a quem é dito que têm de escolher entre a sua fé e a sua identidade. Quero ajudar a criar espaços seguros, onde se sintam acompanhados e livres para viver a sua fé em alegria e verdade.

Aníbal Neves 

Tenho 61 anos e sou professor. Estou na Sopro, em primeiro lugar porque fui convidado e em segundo lugar porque acredito que este projeto poderá contribuir para que o mundo possa ser mais justo e menos cruel para com a comunidade LGBT+ em especial a sua comunidade crente.

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Sara Moinhos 

Sou a Sara, e vivo num estado constante de procura e descoberta, através da fotografia que pelo caminho se tornou profissão. As pessoas são o que mais curiosidade me traz, somos todos complexos, apaixonados por alguma coisa, e estamos todos ligados de formas que nem sempre entendemos. É por isso que estar na Sopro me faz sentido: trabalhar para um planeta mais compreensivo e caminhar lado a lado com outros como eu.

Jorge Wemans

68 anos, jornalista, casado, pai de três filhos e avô de seis netos. A Igreja Católica não pode ser fonte de discriminação, não pode fechar as portas a ninguém. O seu modo de ser é o de acolher de braços abertos todos e todas. Fica mais pobre por não escutar a procura, o caminho espiritual e o testemunho de fé das pessoas e casais LGBT. Por isso estou na SOPRO.

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Teresa Vieira da Cruz

Tenho uma vontade profunda  de construir uma Igreja una e em comunhão com todos. Por isso integro este SOPRO, para que juntos construamos um Reino mais aberto, mais integrado e mais disponível para acolher as periferias , nomeadamente a da comunidade LGBT. 

Rita Gusmão

Sou a Rita, sou católica e bissexual. Duas palavras que a olhos de muitos não podem ser usadas para descrever a mesma pessoa. A verdade é que podem e eu não sou o único exemplo disso. Estou no Sopro para fazer parte da mudança que é urgente na Igreja. Quero ajudar a que as pessoas LGBTI+ se sintam acolhidas e amadas, que não tenham de optar por Deus ao invés da pessoa que amam, ou seja, da sua felicidade. Deus é amor. Isto diz tudo.

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EQUIPA DA JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

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Ana Carvalho 

Sou católica e nas margens da Igreja há uma comunidade de batizados LGBT que não está inteira entre os irmãos. Sonho que esta inteireza aconteça, mas para tal precisamos de percorrer um caminho de escuta e de descoberta juntos. O SOPRO é o início desse sonho.

Joana Pires da Silva

Liliana

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Olá! Sou a Joana e tenho 28 anos, sou católica e homossexual. Estou no Sopro porque Deus, que é Pai, que me cria e ama tal como sou, me chama a ser parte da mudança necessária na Igreja. Quero ser Seu instrumento, testemunhar este amor que experiencio e partilhá-lo, principalmente com quem não o conhece. Que seja um caminho de encontro, crescimento e descoberta, com vista a tornar a Igreja um espaço para todos, tal como Jesus sonhou!

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Bernardo 

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David Penas

Cada pessoa tem a sua missão única, original, irrepetível. E o caminho tem sido pautado por conjugar a identidade cristã e sexual. Sinto me chamado a ser EU cristão e EU gay, assumir a dupla identidade como una.
Com o Sopro (e sinto que é chamamento de Jesus) ser exemplo de vida desta união de identidades.  Convictamente.
Estou na sopro para partilhar desta missão de trabalhar junto da e com a Igreja, de uma construção de pontes de entendimento, da construção de uma Igreja mais inclusiva, mais unida, partilhada na fé de que juntos construímos o Reino. Juntos na comunidade LGBTQIA+ e juntos na Igreja.

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Ana

Tomás 

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COMUNIDADE ALARGADA

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Tiago Costa 

Sou o Tiago e colaboro pontualmente com o Sopro. Sou bioquímico porque a ciência me fascina mas a pessoa humana e a sua dignidade fascinam-me muito mais e é por isso que aqui estou. O meu sonho é que construamos uma igreja onde todos possam ser.

Bruno Oliveira

Sou o Bruno tenho 31 anos, casado, numa relação homoafetiva e procuro continuar a descobrir no dia-a-dia a missão que Deus tem para mim.  Colaboro com o sopro porque sou chamado a estabelecer pontes com a igreja num caminho de maior abertura e de acolhimento de todos. Desejo que cada cristão cresça espiritualmente, pessoalmente e em comunidade, sem deixar partes do seu ser de lado.

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Ana Cordovil

Estou no Sopro porque é uma comunidade de crentes que testemunha o Amor de Deus de coração aberto. Onde a procura para acolher a todos é um imperativo. Dizer do Sopro a outros é uma urgência! Estou agradecida por estar nesta comunidade onde aprendo a conhecer, amar  e respeitar o diverso.

Junta-te a nós!
por uma Igreja para todos